sábado, 3 de julho de 2010

A escolha do obstetra


Quem me acompanha aqui no blog sabe que estou na fase de transição de obstetra. Na verdade, ainda tenho consulta com a minha médica no dia 13/o7, mas um dia antes irei conhecer uma nova médica. Vasculhando a net encontrei um texto no site da Crescer (www.crescer.com.br) que pode ajudar quem, como eu, está a procura da sua "alma gêmea obstétrica" (he he he)...
Beijinhos!

A escolha do obstetra que vai acompanhar sua gravidez

Eleger um dos personagens principais da sua gestação exige uma pesquisa cuidadosa. Veja o que é importante na hora de escolhê-lo
Mônica Brandão


Eles somam mais de 30 mil no país. Só por isso, escolher um obstetra já é um trabalho árduo. Como é preciso levar em conta que a gravidez é uma das experiências mais importantes na vida do casal, que a saúde da mãe e do bebê dependerá dele e um erro pode deixar grandes traumas, a dificuldade da escolha aumenta ainda mais. Geralmente, quem procura um obstetra é a mulher que engravida pela primeira vez e não tem um ginecologista fixo. Caso tenha, pode ser que ele não atue como obstetra — ou não tenha a qualificação desejável. Há também pacientes que querem um novo médico porque o anterior não corresponde mais às suas necessidades. Seja qual for o motivo, o objetivo é encontrar o profissional que reúna o maior número de qualidades consideradas essenciais pela futura mãe — e isso requer uma boa pesquisa.
A verdade é que, excluindo-se os requisitos obrigatórios — ser formado em medicina com especialização em obstetrícia —, não há regras para saber quem é qualificado e quem não é. Também estão em jogo aspectos subjetivos. “Um médico que se preocupa com a vida pessoal da paciente pode ser ótimo para uns e intrometido para outros”, exemplifica o obstetra Abner Lobão Neto. O que conta é mesmo o conjunto de fatores.

Não se intimide
Para discernir, primeiro é preciso não temer a condição de especialista dos médicos. É claro que eles têm muito conhecimento. Nem por isso devem deixar de responder a todas as perguntas ou ser questionados em suas decisões. “Trata-se de um serviço, e deve ser pesquisado como tal. Não se deve ter vergonha de pesquisar sobre o médico”, alerta a enfermeira obstétrica Dóris Ammann Saad.
Em segundo lugar, é preciso ter clareza do que vocês desejam (desejam, no plural, porque é importante que o pai da criança também registre suas opiniões). Preferências sobre o tipo de parto, por exemplo, são fundamentais para orientar a escolha. Para ajudar sua pesquisa, CRESCER elaborou uma lista de itens que você deve analisar para tornar mais fácil a busca pelo melhor profissional. Confira quais são e boa escolha!


O plano de saúde cobre
O primeiro desejo de uma grávida é ter um médico que atenda pelo seu plano de saúde. Você pode optar por um profissional na lista do convênio e verificar se ele é bom. Mas o ideal, segundo o obstetra Jacob Arkader, é ter alguma referência. “Pode ser a indicação de outro médico, como o dentista ou o dermatologista”, sugere. Marque quantas consultas forem necessárias até encontrar o médico que lhe agrade.


O plano de saúde não cobre
Se você não tem um convênio ou prefere usar o reembolso para ampliar as opções, vale o critério da indicação. Mas outro quesito passa a ser importante: o preço. E o mercado dita as regras. Quanto mais o médico oferece — sofisticação da aparelhagem, número de funcionárias, boa formação —, mais caro custa. O que não garante a qualidade. Negocie: divida o pagamento, peça um prazo maior para saldar a dívida, faça pacotes.

Homem ou mulher
Há grávidas que querem ser tratadas por mulheres porque acham que elas as entenderão melhor, ou porque os maridos pedem isso. Outras pacientes acreditam que os homens, por não conhecerem as dores femininas, serão mais respeitosos. O que vale é se sentir bem. “Sempre achei as mulheres mais sensíveis. Quando engravidei, escolhi uma obstetra, mas observei que ela era muito bruta e masculinizada. Mudei para outra, mais delicada. Nas complicações que tive no parto, ela ficou ao meu lado. Foi como se eu estivesse com a minha mãe”, conta a advogada Fernanda Fenerich.

O tipo de pré-natal e de parto
Logo na primeira consulta, diga tudo o que deseja em seu pré-natal e no parto. Se conversarem sobre isso depois, você corre o risco de mudar seus desejos só por conta do vínculo afetivo que já estabeleceu com o médico, e isso não é bom. O obstetra também terá oportunidade de dizer como faz seu trabalho. As expectativas têm de casar. E a experiência do médico também. Não adianta querer um parto em casa com um profissional que nunca fez isso.
Já a cesárea é considerada uma cirurgia de médio porte, que envolve riscos e só deve ser feita em casos necessários. Um obstetra realmente qualificado alertará você sobre isso, pois sabe dos perigos envolvidos. Mas fique atenta. “Muitos médicos dizem que fazem parto normal, mas inventam algum motivo para a cesárea depois. Você pode investigar um pouco na própria sala de espera do consultório, conversando com a secretária e com outras pacientes para ter uma idéia da quantidade de cesáreas que ele faz”, diz a doula Ana Cristina Duarte.

2 comentários:

  1. "O vento, O rio. A asa. A estrada.O joelho. O riso. Com isso poderias compor 999 poemas/ Mas basta compor um filho.... Mario Quintana"
    Estamos te esperando ... com alegria...curtindo muito tudo este momentos...vovó...

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  2. Macrofotografia da flôr do algodão ....Municipio de Buique no Sertão de Pernambuco... pensando em voce

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